Esta é uma visão de trabalho sobre Peptídeo, para quem quer mais que um parágrafo e menos que um manual.
Última revisão em 2025-12-01. Quando uma afirmação depende de um estudo específico, o estudo é descrito em vez de superinterpretado.
Estão disponíveis vários fármacos e técnicas cirúrgicas para o tratamento de doenças cardíacas. O tratamento passa também por medidas para prevenir a ocorrência da doença, prevenir o aparecimento de ateroesclerose ou diminuir o agravamento dos sintomas. Entre as principais medidas de prevenção estão deixar de fumar, diminuir o consumo de bebidas alcoólicas, praticar exercício físico e modificar a dieta de modo a diminuir o consumo de gordura e açúcar. Os medicamentos permitem também controlar a diabetes. Os níveis de colesterol podem ser diminuídos com estatinas. Em muitas das doenças cardíacas, incluindo fibrilhação auricular, valvulopatias, e após cirurgia cardíaca, são administrados em simultâneo anticoagulantes como a aspirina, varfarina ou clopidogrel, de modo a diminuir o risco de AVC ou de trombose. No tratamento de doenças isquémicas podem ser administrados nitroglicerina, betabloqueadores e, no contexto de um episódio agudo, analgésicos fortes como a morfina e outros opiáceos. Muitos destes fármacos oferecem ainda outros benefícios protetores, ao diminuir a ação do sistema simpático ou dilatar os vasos sanguíneos. Para o tratamento de doenças relacionadas com o ritmo cardíaco podem ser administrados antiarrítmicos, realizada uma cardioversão ou serem aplicados implantes. Alguns antiarrítmicos atuam nos canais de eletrólitos para modificar o potencial de ação cardíaco., como é o caso dos bloqueadores dos canais de cálcio ou bloqueadores dos canais de sódio.
Fontes: pt.wikipedia.org
Outros interferem com a estimulação do coração pelo sistema nervoso simpático, como é o caso dos betabloqueadores. Outros ainda modificam o movimento do sódio e do potássio pelas membranas celulares, como a Digoxina. A atropina é usada no tratamento de ritmos lentos e a amiodarona no tratamento de ritmos irregulares. A arritmia causada por fibrilação auricular pode também ser tratada com cardioversão elétrica. Nos casos de ritmo cardíaco lento ou bloqueio cardíaco é possível implantar um pacemaker ou desfibrilhador. Nos casos em que é necessária cirurgia cardiovascular, esta pode ser aberta ou, de forma menos invasiva, através da inserção de pequenos arames pelas artérias periféricas, a que se dá o nome de angioplastia coronária. Esta intervenção é geralmente realizada no contexto de uma síndrome coronária aguda e pode ser usada para inserir um stent coronário. Um exemplo deste tipo de intervenção é a ponte de safena, em que se faz uma ponte nas artérias bloqueadas do coração usando vasos sanguíneos recolhidos noutras partes do corpo, permitindo ao sangue voltar a fluir normalmente. Nas valvulopatias pode ser realizadas cirurgias para reparação ou substituição das válvulas.
Fontes: pt.wikipedia.org
Durante a gravidez, o desenvolvimento do coração tem início com a formação de dois tubos endocardíacos no embrião por volta da terceira semana de gestação. Estes tubos fundem-se, formando um tubo cardíaco primitivo denominado coração tubular. Entre a terceira e quarta semana de gestação, o coração tubular aumenta de comprimento e começa-se a dobrar em forma de "S" no pericárdio, dando ao coração desenvolvido o alinhamento correto. Por volta do mesma altura começam-se a formar os septos e as válvulas e as cavidades começam a tomar forma. Por volta do fim da quinta semana, está concluída a formação dos septos. Na nona semana está concluída a formação das cavidades. O coração embrionário começa a bater cerca de 22 dias após a fecundação, a um ritmo aproximado do da mãe (75–80 bpm). O ritmo aumenta progressivamente até atingir um máximo de 165–185 bpm por volta da sétima semana de gestação. Após a nona semana, quando se dá o início da fase fetal, o ritmo diminui progressivamente até cerca de 145 (±25) bpm no momento do parto. Antes do nascimento, não existem diferenças de ritmo cardíaco entre os sexos. Até à quinta semana forma-se no coração fetal um orifício denominado forame oval. Este orifício permite ao sangue passar diretamente da aurícula direita para a aurícula esquerda, desviando-o dos pulmões. Segundos após o parto, este orifício é fechado por uma membrana de tecido denominada septo primário, que até esse momento funcionava como válvula, dando assim início ao padrão de circulação de sangue regular.
Fontes: pt.wikipedia.org
Desde a Antiguidade que o ser humano conhece a existência do coração, embora a sua função e anatomia não fossem totalmente compreendidas. As primeiras sociedades viam o coração de forma essencialmente religiosa. Os gregos antigos foram os primeiros na Antiguidade a tentar compreender o coração de forma científica. Aristóteles acreditava que a função do coração era produzir sangue e Platão considerava que o sangue em circulação tinha origem no coração. Hipócrates observou que o sangue circulava ciclicamente do corpo para os pulmões através do coração. O anatomista Erasístrato, que descobriu as válvulas cardíacas, observou também que o coração atuava como uma bomba e que fazia dilatar os vasos sanguíneos. Descobriu ainda que tanto as artérias como as veias irradiavam a partir do coração, tornando-se progressivamente mais estreitas à medida que se afastavam do órgão. No entanto, acreditava que continham ar, e não sangue. No século II, o médico grego Cláudio Galeno foi o primeiro a distinguir o sangue venoso (vermelho escuro) do arterial (mais claro e menos espesso) e concluiu que cada um teria diferentes funções. No entanto, acreditava que o sangue arterial era criado a partir do sangue venoso ao passar por poros entre os ventrículos, onde receberia ar dos pulmões através da artéria pulmonar. Ao observar que o coração era o órgão mais quente do corpo, sugeriu que seria o órgão responsável pelo calor corporal.
Fontes: pt.wikipedia.org
Peptídeo é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Peptídeo apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Peptídeo)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Peptídeo)